Alice in process…

Instead of the question “Who is Alice?” there are now paths leading to what Alice might come to be…

23 May 2018

"International Street Art Festival in Brande, art, international project …"


"We hope for lots of joyful guests in the festival weekend – and many visitors in the succeeding months, where the city center will be characterised by unique, spectacular and colourful works of art!" see more

22 May 2018

Alice ’71 in Wonderland

 Monosex Couture and Gender Fluidity in the 1970s

by

(...) "Lewis Carroll’s Alice continues to be a popular and symbolic character because of her malleability; researcher Kiera Vaclavik writes that she is ‘something of a blank canvas, able to absorb a huge range and combination of emphases and directions… she continues to multiply in a constant stream of new editions and interpretations.’7 Her adaptability as a subject, and one that has often been associated with the psychedelic and hippie movement of the 1960s, translates naturally as an emblem for the gender crisis and the message of freedom that Esterel emphasises. In an article, ‘Weekend in Alice’s Wonderland,’ that appeared in the May 1969 issue of The Journal of Sex Research, author Hugo Beigel uses Alice to tell the story of the desperate and unhappy life of a transvestite: ‘Alice invited us to visit her wonderland… She performs in night clubs. But after her last fandango, when she takes off wig and costume she is a man.’" (...)

read the whole article in VESTOJ


Film stills from Jacques Esterel’s ‘Alice 71 in Wonderland’ collection.

18 May 2018

Alice in Tokyoland




 

Dreamscape Alice's playground in Picturesque Alley, Kiev, Ukraine, created by the sculptor Konstantin Skretutskiy


Konstantin Skretutskiy
 
 Konstantin Skretutskiy

Konstantin Skretutskiy

Konstantin Skretutskiy

 Konstantin Skretutskiy

 Konstantin Skretutskiy


know more An Art Lover's Guide to Landscape Alley in Kiev

Surreal Rabbit

Paul Fleet

"Com Alices reviajo no país dos espelhos por caminhos espiralados e mergulho numa floresta misteriosa onde se perde e se encontra essa menina rompiecabezas, plurilíngua, borboletra alicenógena, proliflora desejos em casulos oníricos, fantasmagorias deliram psicodelícias. Amaravilhas. Vislumbro um rio de florosofias errantes, espelhos líquidos, clepsidras lúdicas, Lúcia no céu com diamantes. Sonhos de Escher dançam geometrias impossíveis. Cabelos revoam anéis de Moebius. 

Aliceoscópios são uma singular criação catóptrica, uma arte de conceber engenhos especulares que criam visões insólitas, perspectivas paradoxais, geografias exdruxulistas, cartografias escalafobéticas. Num golpe de máquina o espelho mutante de Alice viaja através de tempos loucos e sonhos quânticos em uma inesgotável “sede do infimito”. Sua experimentação exige constante movimento, um amor pelo estranho e indomesticável, libertando armadilhas do conhecido. Alikezan! Alices extrapolam saberes cômodos e estagnados e vão viver novas aventuras desafiando fontes de desejos e desfiando teias e constelações em feixes de fabulações. CURIOUSER and curiouser! Estou me esticando agora como o maior telescópio jamais visto. Adeus pés! (...) 

O país das maravilhas e o país do espelho podem estimular o encontro com o desconhecido, a incerteza e o mistério. Jardins de alicismos buscam o que é inexprimível pela palavra, o invisível, jorrando possibilidades inesgotáveis que habitam nas margens e entrelinhas. Menina caleidoscópio, jogo de reflexos múltiplos e simultâneos, fragmentos que cruzam monstrologias e alimentam nossos rios, riscos e risos. Alice nos convida a mergulharmos no poço profundo e atravessar o espelho desafiando as loucuras que nos atravessam. Como escreveu Paulo Mendes Campos em carta para sua filha Maria da Graça: Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti." 

Fragmentos de "Alicis Especularis"de Adriana Peliano